sábado, agosto 21, 2010

Viva a República


Em Cáceres (Espanha).

"Viva la Republica".

(Agosto, 2010. Foto Luís Norberto Lourenço)

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sexta-feira, julho 23, 2010

Exposição "O Republicano Guilherme Nunes Godinho"







Mais um contributo nosso para divulgar as iniciativas comemorativas do Centenário da República...

Está a decorrer este mês a Exposição "O Republicano Guilherme Nunes Godinho" na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha. Exposição Comemorativa do Centenário da República. Organização: Biblioteca Escolar da EBI de Sto. Onofre e Professora Ana Luísa Frazão.

Fotografias de Luís Norberto Lourenço.

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quinta-feira, março 25, 2010

Celebrando a República (I)

«Com o advento da República, os judeus portugueses ficaram com os mesmos direitos políticos dos outros cidadãos. A Constituição republicana de 1911 aboliu a religião de Estado, afirmou a liberdade de crença e de culto, reconheceu a igualdade política e civil a todos os cultos, legalizou a comunidade israelita (em 1912) e abriu todas as carreiras profissionais aos cidadãos de outras crenças religiosas.»

(Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial: Em fuga de Hitler e do Holocausto, de Irene Flunser Pimentel, com a colaboração de Christa Heinrich, 1.ª ed. em capa mole, Lisboa: A Esfera dos Livros, 2008. ISBN: 978-989-626-105-4)

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terça-feira, abril 07, 2009

Constituição da República Espanhola de 1931



Este livro foi uma oferta dum amigo republicano, Pedro Miguel Salvado.

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segunda-feira, agosto 18, 2008

A Democracia na América vista por Alexis de Tocqueville



Tocqueville, Alexis de (1805-1859)

“A Democracia na América”, de Alexis de Tocqueville, com tradução de Franco de Sousa, foi publicada pela Editorial Estúdios Cor, na Col. "Ideias e Formas", com n.º 13, em Lisboa, no ano de 1972, em pleno Estado Novo. 
Título original da obra "De la Démocratie en Amerique", foi escrito entre 1835 e 1840.
Importa-nos a obra e a curiosidade da data da publicação, 1972, nos dois últimos anos do Estado Novo, declaradamente antidemocrático, com a Ditadura instituída e um dos seus instrumentos repressivos bem activos, a censura. E, no entanto, este livro foi publicado!
A Prof. Dra. Maria Filomena Mónica, no Domingo passado, no Público (sempre no Público), veio lembrar aos seus leitores a importância da obra.
Seja para uma primeira leitura, seja para uma leitura renovada, aqui seguimos o conselho e renovamos o desafio, para uma leitura e para a discussão.

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