quarta-feira, agosto 13, 2008

Façam amor, não a guerra... os inocentes agradecem!

Qual o sentido da Guerra em geral?
Qual o sentido desta guerra em particular?


São sempre os mesmos a sofrer: os civis.
Os vencedores também, directa ou indirectamente, são muitos e variados os interesses, mesmo por razões totalmente opostas:
a indústria do armamento (o que fariam com as armas);
a construção civil (ainda não terminou o conflito e já se fala em reconstrução... e provavelmente já se distribuiram as quotas por países);
a banca que tudo financia;

a comunicação social (nada como uma reportagem de guerra, o que não significa que defenda que a promovem);
a "indústria" humanitária (tem que justificar a sua ausência, não que provoquem a guerra);
os militares que irão "ganhar uns cobres" nas forças de manutenção de paz;
os diplomatas, a diplomacia em tempo de guerra tem mais piada (Nobel, Nobel, Nobel...);

se me esqueci de alguém podem acrescentar nos comentários.

Uma vez mais, os invasores (neste caso, os Russos) dizem que são libertadores... talvez seja da tradução! Talvez venham libertar os Georgianos da sua vida terrena...
Invasor que não se diga libertador, a malta até estranha!


A notícia:
Moscovo prossegue operações militares apesar do cessar-fogo
Exército russo afunda navios de guerra georgianos na costa do Mar Negro
13.08.2008 - 18h35 PÚBLICO
Forças russas afundaram esta tarde vários navios de guerra da Geórgia estacionados no porto de Poti, na costa do mar Negro, segundo relatos do correspondente da Al-Jazira no local.
De acordo com a mesma fonte, o Exército russo, vindo da vizinha região separatista da Abkházia, está a concentrar meios na cidade portuária, principal via de acesso da Geórgia ao mar Negro. Esta tarde, bombardearam as forças navais estacionadas no local, afundando seis embarcações.
“Por aquilo que conseguimos perceber, eles vieram com o objectivo específico de destruir todas as instalações militares dos georgianos” em Poti, afirmou Hoda Abel, jornalista da cadeia de televisão árabe na região.
Pouco antes, o Presidente norte-americano tinha denunciado a actividade militar russa na região, à semelhança do que sucede em Gori, junto à Ossétia do Sul. “Estamos muito preocupados com informações, segundo as quais as forças russas entraram e assumiram posições na cidade portuária de Poti e de que veículos blindados estão a impedir o acesso ao porto e de que a Rússia está a fazer explodir vasos de guerra georgianos”, declarou.
Este ataque, que confirma as denúncias de que Moscovo não está a respeitar o cessar-fogo acordado ontem, ocorre após um dia de tensão na Geórgia, depois de esta manhã os tanques russos terem entrado em Gori, principal cidade junto à fronteira com a Ossétia do Sul, deixada à sua sorte pelas autoridades georgianas.
Moscovo afirma que estas movimentações se destinam a garantir o cumprimento do cessar-fogo (ao impossibilitar ataques georgianos) e nega os relatos de jornalistas ocidentais que dão conta de pilhagens na zona e de várias aldeias incendiadas.
Já ontem, as tropas russas tinham atacado Poti e o Governo georgiano admitia que “boa parte dos equipamento militar e do armamento aí localizado tinha sido destruído”. Não há informações sobre a sorte da guarnição militar estacionada na cidade.

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3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Fazer uma história política mundial, uma história das ideias e das ideologias políticas era o vosso objectivo. Este texto não é mau, é péssimo. Assim não dá.
Quem te manda a ti sapateiro

10:52 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Fazer uma história política mundial, uma história das ideias e das ideologias políticas era o vosso objectivo. Este texto não é mau, é péssimo. Assim não dá.
Quem te manda a ti sapateiro

10:52 da manhã  
Blogger Luís Norberto Lourenço said...

Agradecemos o anónimo contributo.
De facto fazer uma história política, das ideias e das ideologias, é um dos nossos objectivos, não o único, ter um espaço aberto a todos (desde que não ofendam ninguém) onde se possa discutir os temas da actualidade política, com frontalidade e outros que não estão em cima da mesa, como lembrar algumas obras importantes(sejam elas músicas ou livros) para conhecer a nossa História política (local e global).
Assim lembramos uma música que pretende fazer a síntese do PREC, como "Eu vim de longe, eu vou p'ra longe" de José Mário Branco e que é um marco para muitos, por outro lado a referência à "Intervenção política III", Edição do Movimento de Esquerda Socialista, de 1975, lembrando um partido já extinto, o qual, no entanto, acolheu nomes importantes da política portuguesa.
Esta poderá ser o espaço de todos os que se revejam em ideias de esquerda, não servirá, podem ter a certeza disso, para fazer fretes políticos nem partidários a ninguém. E que o quiser usar para fins menos próprios, terá a nossa garantia do direito de resposta.

1:19 da tarde  

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